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1月10日

  "AINDA TOMAREMOS UM CAFÉ"

Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só
palavra pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com
bolas de golf. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava
cheio e, imediatamente, todos disseram que sim.

O professor então, pegou uma caixa de bolas de gude e a esvaziou
dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de
golf. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a
Em seguida, pegou uma caixa de areia e a esvaziou dentro do pote.

A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou
novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.

O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o
pote umedecendo a areia. Os estudantes riam da situação, quando o professor
falou:

"Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas.
As bolasde golf são os elementos mais importantes, como Deus,a família e os
amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de
felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: O trabalho,
a casa bonita, o carro novo, etc. A areia representa todos as pequenas
coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não
haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude. O mesmo ocorre em
nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas
nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção
nas coisas que são primordiais para a sua felicidade. Brinquem com seus
filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um
pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o
conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito, sejam solidários..
Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas
de golf em primeiro lugar. O resto é apenas areia."
 
Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café. O
professor respondeu:
"Que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas
para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre
haverá lugar para tomar um café com um amigo."
1月3日

Pensamentos

"A plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nela coincidem, se acumulam, se exaltam e se mesclam o trabalho, o estudo e o jogo; isto é, quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo. (...) É o que eu chamo de "ócio criativo", uma situação que, segundo eu [penso], se tornará cada vez mais difundida no futuro."
(Domenico de Masi, in "O Ócio Criativo", pg. 148, Ed. Sextante)

"A simplicidade é o último grau de sofisticação."
(Leonardo da Vinci)


"Uma imagem vale mais do que mil palavras. Vai dizer isto com uma imagem."
(Millôr Fernandes)
 

"A menos que a sua campanha contenha uma Grande Idéia, ela passará despercebida como um navio à noite."
(David Ogilvy)

"Para melhorar a qualidade de vida, melhore a qualidade de seus pensamentos."
(Brian Tracy)

 
"Se você precisa de muitas palavras para dizer o que pensa, pense mais um pouco."
(Dennis Roch)
 

"A funçao da arte nao é a de passar por portas abertas, mas a de abrir portas fechadas."
(Ernerst Fischer)


"A ciência não pode produzir um único gesto de amor."
(Metz)
 


"Design gráfico é a capacidade de criar algo enxuto a partir de várias considerações e habilidade para tirar o excedente e filtrar o essencial, alcançando a satisfação quando consegue traduzir o desejo do cliente e atingir interação completa com o receptor."
(Ikko Tanaka)
 


"Escrever para um Web site não é apenas uma questão de colocar um texto numa Web Page e esperar que o leitor a aprecie. Esta é uma mídia interativa, o que significa que o leitor tem que responder de alguma forma, mesmo que simplesmente lendo o texto."
(Crawford Kilian)
 

 "Não é fácil escrever. É duro quebrar rochas. Mas voam faíscas e lascas como aços espelhados. Mas já que se há de escrever, que ao menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas. Minha liberdade é escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo."
(De Edson Marques, indevidamente atribuído a Clarice Lispector)


"O tipo é um dos mais eloqüentes meios de expressão em qualquer época e estilo. Ao lado da arquitetura, ele traça o mais característico retrato de um período e é a mais precisa testemunha do status intelectual de uma Nação."
(Peter Behrens)
 


"Quando tenho um pouco de dinheiro, compro livros. Se sobrar algum, compro roupas e comida."
(Erasmo de Rotterdan)
 


"To be is to do" (Sócrates)
"To do is to be" (Sartre)
"To be to be do" (Sinatra)
(abertura de Subway)

 "Remember one more thing: typographically speaking, the simplest is always the best."
(Giambattista Bodoni)

 "Todo pensamento é solitário mas sua realização é grupal. Toda atitude é individual mas sua construção é coletiva."
(Godar)

 "As páginas mais belas de um texto são aquelas em que todas as letras compõe uma unidade em perfeita harmonia."
(Adrian Frutiger)

 "Ó minha alma! O poema não é feito de letras que finco como pregos, mas do branco que permanece no papel."
(Paul Claudel)

 "Só existem dois dias do ano em que não podemos fazer nada. O ontem e o amanhã."
(M. Ghandi)

 "É muito difícil para um contemporâneo avaliar com lucidez as tendências culturais de seu tempo."
(Ana Luisa Escorel)

 "Crianças começam a fazer design vendo os adultos fazerem!"
(Elesbao e Haroldinho)

 "Cartazes são mensageiros. Cartazes são expressão de cultura. Cartazes deixam marcas. Visíveis e inconfundíveis, como parte de um processo de comunicação, eles dependem do local e data de publicação. Bons cartazes falam uma linguagem internacional."
(Manfred Triesch)
 

 
 "Escrevo tudo o que meu inconsciente grita. Depois penso: Não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi."
(Mário de Andrade)

 "Faça agora, amanhã pode aparecer alguma lei proibindo."
(Lawrence F. Peter)

 "A gente encontra o próprio estilo quando não consegue fazer as coisas de outra maneira."
(Paul Klee)

 "...só existe opção quando se tem informação... Ninguém pode dizer que é livre para tomar o sorvete que quiser se conhece apenas o sabor limão."
(Gilberto Dimmenstein)

 "Eu só acreditaria num Deus que soubesse dançar."
(Nietzsche)

 "Esses dias cinzas não os passaremos em branco, mas em vermelho, amarelo, laranja, verde, nas tardes choveremos lilás."
(Chandal Nasser)

 "Se alguém varre as ruas para viver, deve varrê-las como Michelângleo pintava, como Beethoven compunha, como Shakespeare escrevia."
(Martin Lutter King Jr.)

 "Em alguns anos vão existir dois tipos de empresas: As que fazem negócios pela Internet e as que estão fora dos negócios"
(Bill Gates)

 "Negócios são a minha forma de arte"
(Donald Trump)

 "O ritmo acelerado na era da informação torna imperativo que cada empresa reserve um tempo significativo para examinar e perguntar que adaptações deverá empreender agora para sobreviver e prosperar."
(Philip Kotler)

 "Do mesmo modo que o metal enferruja com a ociosidade e a água parada perde sua pureza, assim a inércia esgota a energia da mente".
(Leonardo Da Vinci)

 "If you have an apple and I have an apple and we exchange apples then you and I will still each have one apple. But if you have an idea and I have an idea and we exchange these ideas, then each of us will have two ideas."
(George Bernard Shaw)

 "A cor é a música dos olhos"
(Goethe)

 "Mentes criativas sempre sabem sobreviver a qualquer tipo de mau treinamento."
(Anna Freud)

 "Eu não pinto as coisas como as vejo, mas sim como as penso."
(Picasso)

 "Idéias são como pulgas. Saltam de uns para outros, mas não mordem a todos."
(George Bernard Shaw)

 "A vida não se resolve com palavras."
(João Cabral de Melo Neto)

 "Tudo o que é reto mente. Toda verdade é sinuosa. O próprio tempo é um círculo."
(F. Nietzsche)

 "A nitidez é uma conveniente distribuição de luz e sombra."
(Goethe)

 "A arte desaparecerá à medida que a vida ganhar equilíbrio."
(Mondrian)

 "A cultura é o que subsiste quando se esquece tudo o que tinha aprendido."
(Selma Angulof)

 "A imaginação é mais importante que o conhecimento."
(Eistein)
 

 
 
"Reconhecimento é questão de sorte. É questão das pessoas gostarem das coisas que você está gostando de fazer. Se existir esta alquimia, tudo certo. Caso contrário, o reconhecimento não se dá. Mas no fundo, o essencial é a gente gostar das coisas que faz."
(Roberto Torero)

 "Eu sou o único espectador desta rua; se eu deixar de ver, ela morrerá."
(Luiz Borges)

 "As trevas, em realidade não existem, porque não passam da ausência da luz."
(Angela Ribas)

 "L"art pair l"art significa: a moral que vá pro inferno."
(Nietzsche)

 "Idéias todo mundo tem. Como é que entram na cabeça da gente? Entram porque a gente lê, observa, conversa, vê espetáculos."
(Ruth Rocha)

 
"Quando uma pessoa vê algo incomun, um anão, por exemplo, a informação e recebida pelo hipotálamo, uma espécie de entrada do cérebro que registra que a informação é diferente do habitual, e isso faz com que a pessoa continue olhando. É o mecanismo da curiosidade."
(Roth Vargas)

 "Adoramos as imagens e desprezamos os que as esculpem."
(Sênega)

 "O essencial é invisível aos olhos."
(Saint-Exupéry em O Pequeno Príncipe)

 "É impossível acendermos a luz rápido o suficiente para 'vermos' a escuridão."
(William James)

 "Criatividade consiste no total rearranjo do que sabemos com o objetivo de descobrir o que não sabemos."
(George Kneller)

 "Conectar computadores é um trabalho. Conectar pessoas é uma arte."
(Eckart Wintzen)

 "Precisamos pensar no fato de que ainda não começamos a pensar."
(Heidegger)

Os negócios estão percebendo que chegar mais perto do cliente significa mais do que ganhar proximidade. Significa também se conectar e trocar informações."
(Regis McKenna)

 "Há obras de arte que são como o vinho. O mais seguro é abster-se delas e ficar com a água clara. E depois, a essa água clara, pela chama e doçura interior da alma, transformá-la nós mesmos, incansavelmente, em vinho."
(Nietzsche)

 "... a sociedade contemporânea é uma permanente guerra pela conquista do olhar."
(José Geraldo Couto)

 "Toda linha reta é o arco de um círculo infinito."
(Jorge Luis Borges)

 
 "Afinal, as letras compõem a palavra apenas para transmitir ao outro nossos sentimentos e nossas idéias."
(Radha Abramo)
 

 
 Frases de Emilie Chamie:

"O traço da letra pé indício de uma idéia."

"Um movimento da letra configura uma forma."

"O vermelho e o negro. Frágil ou forte, a estrutura tem a mesma medula."

"A dinâmica da forma gera a imagem."

"... ao contemplar uma foto, incluo fatalmente no meu olhar o pensamento desse instante, por muito breve que tenha sido, em que uma coisa real ficou imóvel diante do olho."

"A percepção da imagem projeta o espetáculo."



"Do que vale olhar sem ver?"
(Goethe)

 

"Só como fenômeno estético a existência e o mundo aparecem eternamente justificados."
(F. Nietzsche) /
 

 

"Como fenômeno estético, a existência é sempre, para nós, suportável ainda."
(F. Nietzsche)

 

"A arte não reproduz o que vemos. Ela nos faz ver."
(Paul Klee)

 

"A arquitetura é a arte que dispõe e adorna de tal forma as construções erguidas pelo homem, para qualquer uso, que vê-las pode contribuir para sua saúde mental, poder e prazer."
(John Ruskin)

 

"É muito difícil você conseguir vencer numa boa.
Pra vencer você tem que lutar, e essa luta muitas vezes significa indispor
de certa forma com algumas pessoas, pra prevalecer aquilo que você acredita.
Teu ponto de vista, tua cabeça, a tua personalidade acima de tudo.
E se você não lutar pra valer, você acaba perdendo teu próprio rumo.
E se você perde o teu próprio caminho, você não é ninguém.
Então, pra conseguir manter essa linha de conduta, você tem que lutar muito.
E, muitas vezes, tem que brigar mesmo."
(Ayrton Senna da Silva)

 

"Arte é a tradução do espírito por meio da matéria."
(Salvador de Madariaga)

 

"A cor é a tecla. O olho é o martelo. A alma o piano de inúmeras cordas."
(Wassily Kandisnky)

 

"O pior acontece quando a ciência é considerada uma forma de arte."
(Paul Klee)

 

"Não acredito na idéia de vanguarda, como não acredito em progresso na arte. Na ciência, essas idéias são aceitáveis, mas em arte o que vale é a obra encantar e provocar admiração, ou não."
(Ernst Hans Gombrich)

 

"Enquanto a cor da pele dos homens for mais importante do que o brilho dos olhos, haverá guerra."
(Bob Marley)

 

"Talentos fazem o que podem; gênios fazem o que devem."
(Edward George Bulwer-Lytton)

 
"Podemos nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio."
(Freud)

 
"Errar é próprio do homem, insistir no erro é próprio do diabo."
(Christian Morel)

 
"Qualquer pessoa pode começar, mas apenas os ousados terminarão."
(Napoleon Hill)
 

 
"Os ousados começam, mas só os determinados terminam."
(George Bernard Shaw)

 
"Os talentos atingem metas que ninguém mais pode atingir; os gênios atingem metas que ninguém jamais consegue ver."
(Artur Schopenhauer)
 

 

"O conformismo é carcereiro da liberdade e inimigo do crescimento."
(John Kennedy)



Momentos da palestra "Qual é o problema ?" do mestre Alexandre Wollner, 73, na Faculdade de Design SENAC em São Paulo, SP, na última sexta, 31 de Agosto:

"O design é uma maneira de se pensar e de se relacionar com as coisas."

"Não vejo mais a regulamentação [da profissão de design] como algo positivo na medida em que o design não tem - e não pode ter - uma única definição."

"A aprovação de cursos de design com apenas dois anos de duração está próxima e é uma realidade."

"Eu não vendo leite, nem salame. Não participo de concorrências. O cliente vê o meu portofólio e decide se me quer. Ele sabe exatamente aquilo que vai receber. Não sei se cobro caro ou barato."

"Não tenho diploma. Nunca precisei dele. Ulm não me deu diploma. Mas fui reconhecido há 30 anos, na ocasião da criação da ESDI, como o único profissional capaz de aprovar um curso de Design no Brasil."

Designer é...

Olha gente, estava me segurando para não me meter nesse assunto mas não deu. Isso porque acredito que vai ter gente que vai me "odiar" pelo que vou falar, gente contra, gente a favor, mas vai lá.

Sou contra qualquer tipo de rotulação. Sou designer sim mas também acho que um publicitário pode ser um ótimo designer, assim como um arquiteto, assim como um auto-didata pode e até o sobrinho do meu tio pode se tornar um ótimo designer um dia.

Infelizmente para muitos – mas que para mim é Felizmente, com F maiúsculo – a nossa profissão/formação é realmente uma mistura de profissões/formações. Bebemos da fonte dos arquitetos e eles da nossa. Bebemos da fonte dos publicitários e eles da nossa. Eu bebo até da fonte dos jornalistas e eles da nossa e posso dizer com toda a certeza do mundo que me tornei uma designer melhor bebendo da fonte de todos esses e principalmente da fonte dos jornalistas...

Quando comecei a dar aulas já trabalhava da área há anos. Eu era sócia de uma empresa de comunicação e fui dar aulas para Publicidade e Jornalismo: aulas de editoração eletrônica somente. Fui muito a contra gosto, mais para aumentar a renda mensal. Consegui que eles vissem a importância do design e achei que ficaria com o tempo só na publicidade, achando, burramente e com muito pré-conceito, que jornalismo sairia fora do meu mundo. Acabei saindo de Publicidade e Propaganda, ficando com jornalismo e hoje voltei a ficar nos dois. Hoje – e desde dois anos depois que entrei lá – a importância que eles dão para o design é outra, muita grande.

Aprendi muito dando aulas em jornalismo e ensinando design para jornalistas e digo com muito orgulho que formei, em uma faculdade de jornalismo, ótimo designers, que hoje são colegas de trabalho muitos bons e melhores que alguns "designers de carterinha". Na minha opinião – que acho que nessas alturas deve ter gente querendo me matar aqui, tudo bem – enquanto não assumirmos a multidisciplinaridade, a interatividade da nossa profissão e formação, vamos ficar presos em mundinhos pequenos e limitados.

Eu luto na faculdade para juntar disciplinas, para harmonizar jornalismo, publicidade, artes e já ando tendo contato grandes com o pessoal da faculdade de arquitetura. Oriento TCCs (trabalhos de conclusão de curso) com temas e enfoques de design gráfico nas faculdades de jornalismo e de publicidade. Faço todos os alunos trocarem idéias e perceberem o quanto "beber na fonte" de várias disciplinas, profissões, formações é positivo para se tornar um bom profissional e o quanto a separação de classes é ruim.

Não quero ser uma designer de carteirinha; quero ser uma designer por vocação, por formação de corpo e alma e não tanto de diploma. Quero ser uma designer porque designer trabalha com comunicação visual e isso está em todas e qualquer disciplina e profissão que trabalhe com imagem (sou formada em design gráfico caso alguém a essa altura esteja achando que não).

Prefiro ensinar o sobrinho do meu tio do que deixá-lo de fora. Prefiro ensinar a pensar em novos rumos da profissão novas parcerias do que fazer separações. Prefiro aumentar limites do que me limitar a achar que designer é só quem fez design.

Existem muitos designers que fizeram design que não passam profissionalmente de sobrinhos com diploma. Conheço muitos e esses, pelo que leio na lista podem se tornar designers de carteirinha e vestir uma camiseta dizendo que designer é quem faz design.

Desculpe gente mas acho que esse caminho é curto, errado, preguiçoso e fácil demais. Esse e-mail não é nada pessoal com ninguém. É que realmente acho que devíamos partir para o lado inverso.

Márcia Okida.

Fonte: http://www.designgrafico.art.br


 

Cores

Tenho estudado a psicodinâmica das cores há mais de 20 anos. Cheguei até a ter conversas aprofundadas com um amigo de corrida que é oftalmologista para tentar entender o mecanismo de decodificação das cores pelo cérebro (coisa de louco, concordo). Há alguns quesitos que nos ajudam a melhor situar a questão da interpretação das cores, seus significados e sensações. O fator cultural é importantíssimo, por exemplo. Se no Brasil o branco é paz, no Japão é luto, apenas para dar uma referência bem simples. A maioria dos livros sobre o assunto, costuma trazer o assunto tratado de forma muito superficial, com tabelas associadas a determinados adjetivos ou sensações, como se isso pudesse ser uma coisa exata e inequívoca e resumir uma complexa teoria. Na prática a coisa funciona de uma forma um pouco diferente. Os fatores físicos, ambientais, emocionais, além do já falado fator cultural, dá uma nova dinâmica à essas teorias prontas. Uma simples mudança nas condições de iluminação de um ambiente pode alterar toda a perspectiva envolvida num projeto de comunicação visual.

Nessas tabelas de associação Cor x Sensação, o verde costuma ser diretamente ligado à coisas boas, serenas, saudáveis etc. Experimente, porém, fazer uma embalagem de carne em conserva onde predomine o verde-musgo. Subliminarmente a cor vai remeter ao podre, ao estragado e ao contaminado, pois nossos instintos dizem que a carne deve ser vermelha.

Assim, gosto sempre de analisar um projeto como um todo. Se você tem um programa de sinalização para ser feito em Goiânia e mora em São Paulo, por exemplo, viaje. Sinta o "clima", a cultura, a luz, o calor. A viagem não será perdida. Se for para outro país, cerque-se de todas as informações possíveis sobre aquela cultura, aquele povo, seus produtos e hábitos. As cores são um universo riquíssimo. Saber explorá-lo é um trunfo a mais na nossa caixa de truques.

Só como curiosidade, cito uma experiência que foi feita na fábrica da Honda, nos anos 70/80. Alguns consultores queriam aumentar a produtividade. Sugeriram que os banheiros da fábrica fossem pintados de vermelho. Mediram o tempo que os funcionários passavam na "casinha" antes e depois da "interferência artística". O tempo foi sensivelmente reduzido.

Ah, para finalizar, quando estiver no supermercado, estude as embalagens. É surpreendente como mudamos nossa visão, passando a encontrar erros e acertos em cada prateleira. Se não for um bom estudo, pelo menos deixa a tarefa de fazer compras menos enfadonha.

Por Morandini

 

Design Grafico entre "aspas"

Design gráfico é um processo técnico e criativo que utiliza imagens e textos para comunicar mensagens, ideías e conceitos, com objetivos comerciais ou de cunho social.

— ADG – Associação dos Designers Gráficos do Brasil

 

As mais profundas análise do design da Bauhaus e também outras abordagens analíticas mais recentes reconhecem nele (design) a matriz do mundo moderno.

— Arturo Carlo Quintavalle
 
 

Design gráfico é uma linguagem que viabiliza o projeto de produtos industriais, na área gráfica.

— Ana Luisa Escorel

Design gráfico é a capacidade de criar algo enxuto a partir de várias considerações e habilidade para tirar o excedente e filtar o essencial, alcançando a satisfação quando consegue traduzir o desejo do cliente e atingir interação completa com o receptor.

— Ikko Tanaka

O computador não trouxe grandes mudanças no design, apenas o tornou mais rápido e mais fácil. Pôs algum poder de layout em pessoas que antes não o tinham. Mas é como na música. Quando se tem um músico moderno realmente bom a trabalhar com meios electrônicos, produz-se boa música. Se for um mau músico, produz-se barulho.

— Roger Black

O design é um plano para dispor elementos de maneira a melhor atender a determinada intenção.

— Charles Eames

Design industrial é uma atividade criativa cujo objetivo é determinar as propriedades formais dos objetos produzidos industrialmente. por formais não se deve entender apenas características exteriores mas, sobretudo, as relações estruturais e funcionais que fazem de um objeto (ou de um sistema de objeto) uma unidade coerente tanto do ponto de vista do produtor quanto do consumidor. O design industrial abrange todos os aspectos do ambiente humano
condicionado pela produção industrial.

— ICSID (Conselho Internacional de Desenho Industrial)

 

Design gráfico se refere à área de conhecimento e à prática profissional específicas relativas ao ordenamento estético-formal de elementos textuais e não-textuais que compõem peças gráficas destinadas à reprodução com objetivo expressamente comunicacional.

— André Villas-Boas

 
Design relaciona a palavra signo tanto do latim (signum – que deu origem a significado, significação etc.) quanto do grego (secnon – extrair, separar, tirar de, dividir), com a preposição ablativa do latim DE.

traduzindo
DE + SIGN: falar conforme o signo, de acordo com o signo

Design envolve uma operação crítica sobre as atividades do signo. Envolve também repertório do intérpetre que elabora determinada visão do objetos atualizadas no signo.
— Lucrécia D´Alessio Ferrara

O desenhista industrial é o profissional que participa de projetos de produtos industriais, atuando nas fases de definição de necessidades, concepção e desenvolvimento do projeto, objetivando a adequação destes às necessidades do usuário e às possibilidades de produção.

— Abramovitz
 

Design é um modo holístico de solução de problemas.

— Eduardo Barroso

 Vamos chamar designer qualquer indivíduo que tenha a capacidade, treinada ou inata, de transformar idéias em ferramentas, serviços, artefatos, comunicações, ambientes, sistemas ou organizações. (...) essa capacidade de transformar pensamentos em coisas tangíveis poderia dar aos designers uma esperança razoável de modificar a forma do futuro.
— Alexandre Manu

O design industrial é uma atividade criativa cujo objetivo é determinar as qualidades formais dos objetos produzidos pela indústria. Por qualidades formais entende-se não somente suas características extrenas, mas principalmente aquelas relações funcionais e estruturais que convertem um sistema em uma unidade coerente, seja do ponto de vista do produtor, seja do ponto de vista do usuário.

— Thomas Maldonado

O design é uma manifestação da capacidade do espírito humano de transceder suas limitações.

— George Nelson

O designer é aquele que qualifica-se por sua formação, seus conhecimentos técnicos, sua experiência e sua sensibilidade para a tarefa de:

  • Determinar os materiais, as estruturas, os mecanismos, a forma, o tratamento superficial e a decoração dos produtos fabricados em série, por meio de procedimentos industriais.
  • Segundo as circunstâncias, o designer poderá ocupar-se também, dos problemas relativos à embalagem, à publicidade e ao marketing.
— ICSID (Conselho Internacional de Desenho Industrial)

 O design não é uma obra de arte ou uma ciência, um fenômeno sócio-cultural ou uma ferramenta de trabalho. É um processo inovador que usa a informação e o conhecimento de todas essas coisas.
— Anne Marie Boutin / Liz Davis

 Design é uma atividade consciente e criativa que combina tecnologia e materiais com o contexto social, com o propósito de ajudar a satisfazer ou modificar o comportamento humano.
— Alexander Manu

 Minha definição geral é que design é um planejamento de mudança. Essa é uma definição extremamente simples, que cobre uma grande variedade de atividades que acontecem em todas as companhias, seja de modo formal ou informal. A codificação dessas atividades inclui: design de produto, comunicação de design e ambiente de design. Essas três atividades unidas formam o programa de identidade empresarial de uma companhia. Se os três elementos da identidade empresarial forem administrados para se complementarem, de modo a alcançar um imagem coerente na mente de seus variados públicos, então essa empresa realmente tem um programa de identidade empresarial.
— Robert Blaich

 O Design não reside nos produtos acabados, mas no ato de fazê-los. Não no resultado, mas no processo.
— Andréa Branzi

 Design é uma atividade científica de projetar, integrando várias áreas do conhecimento, estabelecendo relações múltiplas para a solução de problemas de produção de objetos que tem por alvo-final atender às necessidades do homem e da comunidade.
— Geraldina P. Witter

Design gráfico é uma atividade técnica e criativa relacionada não apenas com o produto de imagens, mas com a análise, organização e métodos de apresentação de soluções visuais para problemas de comunicação.

— Icograda – International Council of Societies of Graphic Design

Design gráfico é uma atividade técnica e criativa relacionada não apenas com o produto de imagens, mas com a análise, organização e métodos de apresentação de soluções visuais para problemas de comunicação.

— Icograda – International Council of Societies of Graphic Design
 
fonte: http://www.designgrafico.art.br
 
leia mais: http://www.supernovastudio.com.br/Materias.htm
8月22日

Marca

Marca

A marca é, com certeza, o maior patrimônio de uma empresa, porque lhe confere singularidade no mercado e contribui para diferenciá-la, competitivamente, de outras empresas. Ela está relacionada com produtos, mas com eles não se confunde e tem a ver com os valores que o consumidor a ela agrega, por várias razões.

É importante citar aqui reflexões ou conceituações de especialistas nesta área. Vejamos algumas delas.

Para Mauro Calixta Tavares, administrador e sociólogo, doutor em Administração pela USP, que tem um bom trabalho sobre o tema (A força da marca. Como construir e manter marcas fortes, São Paulo, Editora Habra, 1.998), " marca é um nome, termo, signo, símbolo ou design, distinto ou combinado com a função de identificar a promessa de benefícios, associada a bens ou serviços, que aumenta o valor de um produto além de seu propósito funcional, tendo uma vantagem diferencial sustentável" (p. 21) e não se confunde seja com nome, seja com produto. Explica ele: " A marca é mais do que um simples nome.

O significado de uma marca resulta dos esforços de pesquisa, inovação, comunicação e outros que, ao longo do tempo, vão sendo agregados ao processo de sua construção. Isso significa que sua criação e manutenção não podem ficar restritas a designers, artistas gráficos e agências de publicidade". (p.17) e continua: " A marca é diferente do produto. Embora sejam coisas intimamente relacionadas, diferem nas características. A marca estabelece um relacionamento e uma troca de intangíveis entre pessoas e produtos. O produto é o que a empresa fabrica, o que o consumidor compra é a marca. Os produtos não podem falar por si: a marca é que dá o significado e fala por eles. O produto tem um ciclo de vida, a marca não. Isto não significa que algumas não envelheçam. A marca revela facetas de diferenças nos produtos: funcionais, experiências e simbólicas". (p.21)

A consciência de que as marcas têm um valor inestimável e que, em muitos e muitos casos, elas valem mais do que tudo aquilo de tangível que a empresa possui ( a marca Coca-Cola e a marca Microsoft, por exemplo, valem muitas vezes o montante que poderia ser arrecadado com a venda de todas as fábricas e equipamentos destas empresas) , tem dado novo impulso ao processo de avaliação e gerenciamento de marcas. Por isso, será cada vez mais comum ouvirmos falar de " branding" , que é definido como todo o esforço (ações, estratégias etc) desenvolvido, no processo de administração de marcas, com o objetivo de fazer com que elas agregem valores culturais, extrapolando assim a sua natureza inicialmente econômica.

A literatura nesta área é de boa qualidade também no Brasil e, de imediato, recomendamos além do trabalho Mauro Calixta, já citado, os dois livros de José Roberto Martins (Branding, São Paulo, Negócio Editora, 2.000 e O império das marcas, São Paulo, Marcos Cobra Editora, 1.996, este em co-autoria com o jornalista Nelson Blecher).

fonte: http://www.comunicacaoempresarial.com.br
 
 

Mascotes de Marcas - Prosopopéia de Valores, por Rodrigo Oliveira

Os estudos da linguagem apontam a Prosopopéia como a figura pela qual se dá vida, voz e ação a objetos inanimados. Personificação. O radical Prosop, do grego, significa “rosto, face”.

Esse é justamente o principal objetivo das mascotes de marca. Personificar, dar um rosto à imagem do anunciante e, se possível, ao seu principal benefício/característica. Tomemos os coelhos mascotes da marcas de pilhas Energizer e Duracell. Não só transmitem os valores da marca, mas representam o principal benefício do produto – pilhas de longa duração.

Não data de hoje a criação de mascotes para a publicidade. No período pós-guerra, publicitários e ilustradores já focavam seus esforços na criação de bonecas de cerâmica que tinham como objetivo identificar-se com uma marca determinada. Foi a forma de dinamizarem as marcas, de aproxima-las do consumidor num período marcado pela explosão de consumo que prenunciaria nossos dias atuais. Esse período foi marcado pelo surgimento de importantes mascotes, como o tigre Tony, dos cereais matinais Kellogg’s no início dos anos 50.

Mascotes são testemunhos. A personagem torna-se porta-voz da marca. A mensagem anunciada passa a não ser dita mais pela marca, mas por uma terceira pessoa (a personagem), agregando a si mais credibilidade, fator decisivo na criação de um estado psicológico menos defensivo por parte do público.

Fundamental na criação da mascote é a associação entre ela e a marca que representa. A associação deve ser imediata. Ronald McDonald, se transformou no embaixador da McDonald’s junto das crianças. Além de ser reconhecido imediatamente, também o é sua ligação com a rede de fast-food. Ao contrário, a imagem do coelho das pilhas de longa duração está dividida entre as marcas Energizer e Duracell. Uma disputa que obrigou as empresas a uma separação de mercados: nos Estados Unidos o coelho é usado pela Energizer, que foi a primeira a utilizar sua imagem no país (e diga-se de passagem, segundo o site da empresa foi eleito um dos “Top 5 Advertising Icons of the 20th Century”).

No mercado Europeu, ocorreu o inverso, sendo a imagem da mascote atribuída a Duracell. Em tempo: o coelho da Energizer foi introduzido ao mercado em 1989, enquanto o da Duracell já estrelava comercias europeus desde 1974.

O uso de mascotes, porém, implica na necessidade de abordagens uniformes, consistentes e de interação contínua com o público, adotando a personagem como ícone – ou símbolo – tão precioso quanto o próprio logo da empresa. Diversos fatores ainda influenciam a criação e uso de mascotes, inclusive uma avaliação precisa se esta é, ou não, uma estratégia adequada; uma vez que uma mascote demanda grandes investimentos, cuidados e regularidade de exibição, sob pena de perder notoriedade, ligação com a marca ou sua própria personalidade. A aplicação de uma mascote deve, portanto, avaliar não só o budget, mas se esta tática se enquadra nas estratégias de comunicação traçadas.

O uso da prosopopéia está embasado não tanto na forma, que dá vida a animais ou objetos inanimados, mas no conteúdo destas personagens. Que digam Lewis Carroll, J.M. Barrie, Walt Disney e tantos outros – isso além da maioria de nossas fábulas infantis. Para as mascotes de marcas, assim como para qualquer personagem pública, um rostinho bonito apenas, já não basta.



Rodrigo Oliveira é redator da Callier Comunicação Integrada, de Blumenau.
 
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Algumas maneiras de divulgar seu site gratuitamente

Algumas maneiras de divulgar seu site gratuitamente -
por Conrado Adolpho (*)


A Internet representa hoje uma arma importante para a divulgação de uma empresa e o posicionamento da uma marca, haja vista suas qualidades de ser um excelente meio de informação, entretenimento e comunicação.

A partir do momento que uma empresa efetua o que eu chamo de presença digital passiva, disponibilizando um site na rede mundial de computadores, internautas de todo o mundo podem comprar e conhecer seus produtos ou serviços através da sua home-page. Só no Brasil, o número desses internautas, em janeiro de 2004, segundo o NetRatings ultrapassou os 20 milhões, sendo que mais de 80% destes pertencem às classes A e B.

É, sem dúvida, um mercado muito atraente com a vantagem de estar concentrado em uma só mídia, facilmente acessível.

Uma pesquisa da Data Folha revelou que 77% dos internautas brasileiros acessam a rede ao menos uma vez por semana, sendo que 21% acessa a Internet todos os dias. Esse número só vem aumentando desde tal pesquisa.

O grande desafio, porém, consiste em divulgar o site de maneira eficaz para atingir esse enorme contingente consumidor. Mesmo com as mais de 8 bilhões de páginas pesquisadas por um buscador como o Google, fazer com que seu site se sobressaia.

A boa notícia: existem maneiras de se fazer isso sem se gastar um único tostão.

¦ Publicação de um e-book.
Para internautas do mundo inteiro a web é uma excelente ferramenta para a busca de informações de todo o tipo. Mais de 70% das descobertas sobre novos sites saem dos mecanismos de busca.

Uma boa dica para divulgar sua empresa sem custo algum consiste em publicar um e-book no site da sua empresa. Como uma grande parte dos consumidores procura seus fornecedores nos buscadores através de palavras-chave, um e-book é uma ótima maneira de concentrar um grande número de palavras-chave passíveis de serem pesquisadas. Com um e-book, além de agregar conhecimento ao visitante do seu site , contribuirá também para o início de um relacionamento deste com sua marca.

¦ Publicação de artigos.
Portais de todo o mundo, para atrair visitantes, se tornando assim atraentes para investidores, precisam veicular informação de qualidade em profusão sobre os mais diversos assuntos. Porém, a Internet ainda não é exatamente uma fonte de lucro para que estes sites possam contratar centenas de jornalistas somente para escrever artigos e matérias. Muitos desses portais precisam de conteúdo fornecido por colaboradores das áreas de atuação mais variadas.

Eis uma ótima chance de divulgar sua empresa. Veiculando nestes sites artigos sobre a sua área de atuação, você dissemina informação necessária para muitos internautas. Lembre-se de que todo artigo deve levar os créditos do autor, que pode ser, por exemplo, um link para o site da sua empresa.

¦ Scripts de indicação.
Como disse no início deste artigo, a internet é um meio de comunicação muito eficiente. Para perceber isso, basta analisar o sucesso de programas como MSN ou de sites como Orkut.

Quem nunca recebeu uma piada, uma foto interessante ou um artigo de um amigo que lhe conhece muito bem e sabe exatamente do que você precisa ou se interessa?
Por que não aproveitar esse comportamento do consumidor para divulgar sua marca?

Coloque em sua página um script de indicação. Fácil de ser elaborado, ele, através do famoso "indique esse site", faz com que visitantes recomendem sua home-page para outras pessoas que, sem essa recomendação, talvez nunca viriam a conhecê-la.

¦ Newsletter.
Já ouviu falar em marketing viral? Uma newsletter é um dos melhores exemplos deste tipo de marketing.
Enviar um informativo periódico para internautas cadastrados em um banco de dados da sua empresa pode divulgar o seu site de maneira significativa. Para tal, basta que lance mão do seguinte artifício. Crie manchetes interessantes e relevante, fazendo com que os links destas manchetes apontem para uma página da home-page da empresa.
Se você estiver “acertando a mão” no texto das manchetes da sua newsletter vai ter muitas visitas por conta destas.
É claro que, monitorando quais manchetes estão dando mais retorno, poderá melhorar cada vez mais a sua newsletter em edições futuras oferecendo ao seu internauta o que ele quer.

¦ Assinatura em e-mail.
Você já contabilizou quantos e-mails você envia por semana?
Certamente, entre respostas, encaminhamentos e novos e-mails, você deve enviar mais do que pensa.

Aproveite esses e-mails para fazer uma divulgação do seu site e da sua empresa. Muitos programas como Outlook e sites de webmail admitem a opção de assinatura no e-mail. Faça uma assinatura personalizada divulgando o seu site, a sua marca, seu produto ou uma promoção e contabilize as visitas.

¦ Otimização de website.
Outra maneira, uma das mais eficientes de divulgar o seu site gratuitamente é otimizá-lo para que ele ocupe as primeiras posições em buscadores como Google ou Yahoo. Porem, isso é assunto para um outro artigo.
Meus amigos, por enquanto é só.

Caso tenha qualquer dúvida sobre técnicas de webmarketing e qual a maneira correta de divulgar sua marca através da Internet, entre em contato comigo (www.conrado.com.br) e estudaremos a melhor maneira de fazê-lo.
Terei o maior prazer em ajudá-lo.
Um grande abraço e até a próxima.

(*) Conrado Adolpho Vaz (www.conrado.com.br) é educador, publicitário, estrategista e palestrante. Sua formação vem de escolas de excelência como ITA e Unicamp. Há mais de 12 anos vem preparando adolescentes e adultos para vencerem grandes desafios com determinação e criatividade. Escreve e ministra seminários, palestras e treinamentos em webmarketing e marketing digital, marketing pessoal, marketing educacional, vendas, atendimento ao cliente e planejamento pessoal.
 
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8月18日

As cores de sua empresa

Dentre os diversos fatores de Marketing que exercem influência no comportamento do consumidor e no relacionamento que a empresa mantém com ele, a cor é um elemento que merece destaque.

Quando se trabalha na gestão de um negócio, deve-se pensar em tudo, principalmente nos detalhes. Nos dias de hoje, tão mais importante do que prestar bons serviços e oferecer produtos com qualidade, agregando valor e oferecendo um atendimento diferenciado, é preciso pensar, de forma estratégica, na atmosfera do negócio; ou seja, em sua alma, nos aspectos intangíveis proporcionados. Os relacionamentos devem, pois, criar experiências satisfatórias.

As cores, certamente, constituem um elemento-chave nesse processo, uma vez que o emprego delas exige tradução da alma do negócio, do que ele exatamente representa e do posicionamento que se busca criar na mente das pessoas, particularmente entre os clientes.

Pense desta forma: se uma empresa atua na área de alimentação, dos fatores que seus clientes consideram importantes, os destaques recaem à higiene. Você concorda com isto, dentro de um princípio lógico? Pois bem, e qual cor é representativa de higiene? A branca; portanto, teoricamente, este restaurante, por exemplo, precisa trabalhar com a cor branca ou outra, clara, que traduza, na prática, uma imagem de higiene, de limpeza.

Um outro exemplo: se uma empresa quer oferecer o item “segurança” em seus serviços, quais as cores mais adequadas para traduzir este benefício? A cor branca novamente é uma delas e, a segunda, a cor azul, num tom mais suave. Uma empresa aérea precisa oferecer segurança em seus serviços? Claro! Pois pense, agora, nas empresas que oferecem tais serviços e quais são as cores que elas utilizam. Observe como há uma justificativa para tudo.

Agora pense nos benefícios que os clientes esperam que sua empresa ofereça; pense também na imagem que eles têm da empresa e nas características que você deseja que eles identifiquem. Trabalhe com a percepção do cliente, colocando-se na condição dele ou ouvindo-o pessoalmente, se for possível.

Feito isto, identifique as cores que traduzem, na prática, tais combinações. Para facilitar este exercício, procure as referências em algumas das características de cada uma das cores:

Amarelo: traduz prosperidade, purificação e luminosidade, provocando um estado de ânimo impreciso; dispersa a atenção e não é indutor de uma ação de resolução; pode estimular o raciocínio; o amarelo é a primeira cor percebida pelo olho humano e traz alegria e calor.

Azul: tem função de calmante e, em alguns casos, substitui o verde, fazendo referência ao meio ambiente; é relaxante e agradável, com grande utilidade para combater a ansiedade e os preços muito elevados; traduz paz e serenidade; simboliza a fidelidade e a harmonia.

Branco: representa paz, pureza, felicidade, misticismo e higiene; abre a consciência para o infinito.

Cinza: adequado para casos onde não se deseja chamar a atenção; representa até, em alguns casos, falta de higiene.

Laranja: identifica saúde e força.

Lilás: representa a sorte e transforma as energias negativas em positivas.

Preto: transmite a sensação de algo absoluto e definitivo.

Rosa: pode ser utilizado em áreas de atendimento e reclamações do consumidor; traduz realeza e poder, autoridade e sabedoria; representa amor, harmonia e esperança.

Verde: inspira repouso, simpatia, cordialidade e equilíbrio; representa vida e esperança, saúde, bem-estar e estabilidade.

Vermelho: ligado à paixão, amor, coragem, perigo, guerra e fogo, faz referência, também, a algo quente, saboroso e rápido; ideal para chamar a atenção; tem aplicações adequadas no setor de alimentação; traduz energia, força física e vitalidade; desperta a vontade e precisão nos resultados.

Violeta: predispõe o ânimo para a tristeza e reflexão.

Se no exercício anterior foi identificado que, na prática, você está sintonizado com os resultados apurados, parabéns! Do contrário, é melhor começar a rever o uso que faz das cores na sua empresa, pois há um distanciamento entre as cores que você utiliza e aquelas que, efetivamente, seriam as mais adequadas para representar o propósito do seu negócio. É preciso pensar com seriedade nisto!

Muito embora a aplicação das cores tenha um resultado prático para empresas que operam no varejo, onde o ato de comprar precisa ser capaz de provocar sensações e experiência nos consumidores, há um grande espaço para a utilização de estratégias cromáticas em outros setores do mercado, até mesmo no ambiente interno das empresas, com benefícios aos funcionários.

O uso adequado das cores no seu negócio colabora, e muito, para a construção de uma imagem competitiva; o uso inadequado pode, até, levar ao fracasso, dentro de outras dimensões de estudo. A estratégia cromática pode ser um fator de criação de vantagem competitiva, quando bem utilizada dentro das associações aqui recomendadas.

 

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Design

"Design é uma atividade científica de projetar, integrando várias áreas do conhecimento, estabelecendo relações múltiplas para a solução de problemas de produção de objetos que tem por alvo-final atender às necessidades do homem e da comunidade."


Geraldina P. Witte

 

 

 

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